Outros poisos

Jardim da cidade
Figueira da Foz

O meu olhar

Umas vezes perdido na imensidão outras em qualquer pormenor
(Viana do Castelo- Senhora dos Remédios)

A minha serra


A minha Figueira

...de mansinho, devagar com a calma e a luz que os dias lhe dão. Olha o mar, agarrada ao rio e protegida pela serra.

De porta aberta

Porque sim.
Para que o sol entre e se acomode por aqui.
E a vista se espraie sem limites.
Para que entres sem bater.
Sempre aberta, às vezes encostada... basta empurrar devagarinho.

Uma carta

Não é realmente a melhor maneira de falar.È sobretudo...a forma mais fácil de ignorar o outro. Pode-se abrir. Rasgar. Ler ou talvez não.
E depois nem exige, só por si, resposta.
Os olhares evitam-se e as expressões não teem de ter sentido.
Uma carta é sempre surda e cega. Só não é muda.
Fala, mas sózinha. Uma fala sem corpo.
E a intenção perde-se na leitura, se houver.
Assim e apesar de tudo, escrevo.
Passar ao papel, sonhos, ambições, dores, é de certa forma um acto de prazer.

Fonte

(foto de telemovel)